Dorothea Puente: Esta ‘doce vovó’ era na verdade um serial killer psicótico

Handreza Hayran 22/03/2022
Atualizado 22/03/2022 00:08
3 Minutos de Leitura
Dorothea Puente

Serial killers envelhecem – então não deixe velhinhos ou velhinhas te enganarem pensando que eles são todos doces. Veja Dorothea Helen Puente, por exemplo. Ela é uma das serial killers mais notórias da Califórnia, e seu comportamento gentil é exatamente como ela enganou suas vítimas.

Puente parecia ser uma mulher mais velha carinhosa que administrava uma pensão em Sacramento – mas, na verdade, ela estava executando uma operação mortal.

A serial killer, é suspeita de ter assassinado pelo menos nove pessoas, a maioria delas seus próprios inquilinos.

Seus crimes são o foco do documentário ‘Moradores Indesejados‘ que foi ao ar na Netflix.

Como Dorothea Puente foi presa?

Dorothea Puente, chegando a Los Angeles, conheceu um homem idoso em um bar. Ele soube pelo noticiário da televisão que ela era procurada e a denunciou à polícia local.

Puente foi acusada de 9 assassinatos, após os quais ela foi mandada de volta para Sacramento. No caminho, ela disse aos repórteres que não havia matado ninguém. “Eu já fui uma pessoa muito boa”, disse ela.

Devido a batalhas legais meticulosas, o julgamento começou cinco anos depois que Dorothea foi presa. Na época ela tinha 64 anos.

Ao longo do processo, Puente foi retratada como uma idosa doce ou uma criminosa manipuladora que atacava os fracos.

Os advogados argumentaram que ela poderia ser uma ladra, mas não uma assassina. Os patologistas testemunharam que não conseguiram determinar a causa da morte de nenhum dos cadáveres.

O promotor John O’Mara chamou mais de 130 testemunhas para depor. A acusação afirmou que Puente usou pílulas para dormir para colocar os inquilinos para dormir.

Depois disso, ela os estrangulava e os enterrava no quintal com a ajuda de pessoas contratadas. Todos os sete corpos exumados continham Flurazepam, uma droga para insônia.

Os promotores disseram que Puente foi uma das “assassinas mais brutais e calculistas da história do país”.

Em 1993, Dorothea Puente foi finalmente condenada por três assassinatos e sentenciada à prisão perpétua.

Embora a questão da introdução de regras para o cuidado dos idosos tenha sido levantada após o julgamento de Dorothea Puente, não houve muitas reformas legais na época.

Dorothea Puenti morreu na prisão em 27 de março de 2011, aos 82 anos.

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