‘O Soldado que não existiu‘: a história que enganou Hitler

Handreza Hayran
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o soldado que não existiu

Comandado por John Madden e estrelado por Colin Firth e Matthew Macfadyen, ‘O Soldado que Não Existiu’ é um dos lançamentos do mês de maio no catálogo da Netflix.  

A história do filme é baseada em uma história tão fantástica e macabra que parece o produto da imaginação de um escritor. 

O drama de guerra é ambientado em 1943 e acompanha dois oficiais da inteligência que salvaram milhares de vidas durante a 2ª Guerra Mundial, em uma operação que a peça chave era um cadáver.

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Com uma trama digna de uma ficção, ‘O Soldado que Não Existiu’ é baseado em um fato histórico.  

A história por trás de ‘O Soldado que Não Existiu’ 

Essa é aquelas histórias que não parece, mas, na verdade, realmente aconteceu.

Em 1943, no auge da Segunda Guerra Mundial, agentes da inteligência britânica arquitetaram um esquema elaborado para convencer os alemães de que as forças aliadas estavam planejando invadir a Grécia e não a Sicília.

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O plano, codinome Operação Mincemeat, envolvia plantar documentos falsos sobre um cadáver antes de deixá-lo à deriva em águas neutras da Espanha, com o objetivo de que os papéis acabassem em mãos alemãs.

Invadir a Sicília era um ato previsível, para isso, Charles Cholmondeley e Ewen Montagu, agentes duplos da inteligência britânica, comandaram essa audaciosa missão, que consistia em usar um cadáver para se passar com o comandante William Martin.

Assim que os alemães encontraram o corpo, acreditaram ser um oficial morto em um ato após uma falha do paraquedas.

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O cadáver possuia uma mala com diversos documentos com informações falsas, que fez com que Hitler ordenasse que a infantaria, esquadrão de caça, panzer e outras forças militares fossem defender a Grécia, deixando a Sicília desprotegida para uma invasão.

A história sobre essa genial operação é contada no filme ‘O Soldado que Não Existiu’, que chega dia 11 na Netflix

Escrito por Handreza Hayran
Nascida e criada em Petrolina-PE, Handreza Hayran é co-fundadora e editora do Foco e Fama. Formada em Computação pela UFRPE, ela também é fã de tecnologia, filmes e séries. Além disso, acredita que histórias bem contadas, são presentes incrivelmente valiosos.