Biografia de Al Pacino: infância e conquistas da vida

Alfredo James Pacino, conhecido como Al Pacino, nasceu em Nova Iorque no dia 25 de abril de 1940, e tem origem italiana.

Ao longo da sua carreira ele foi ator, produtor, roteirista e cineasta, mas se consagrou realmente após interpretar Michael Corleone na trilogia O Poderoso Chefão.

Esse papel rendeu a ele uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Além disso conquistou o Oscar de Melhor Ator por ter vivido o papel de Frank Slade no filme Perfume de Mulher.

O ator também fez uma carreira de sucesso nos palcos. Mas se você quer conhecer melhor Al Pacino, fique olho nos próximos tópicos desse texto.

A vida de Al Pacino

Al Pacino é descendente de italianos e filho de Salvatore Pacino e Rose e nasceu em Nova Iorque. No entanto, quando ele tinha apenas dois anos de idade, os seus pais se separaram.

A mãe foi morar com os seus pais perto do Zoológico do Bronx, enquanto que o seu pai se mudou para Covina, na Califórnia.

Com apenas nove anos de idade, ele já fumava e bebia e, aos treze começou a usar também maconha. No entanto, alega nunca ter usado drogas mais pesadas.

Por morar em um bairro violento, o garoto sempre se envolvia em brigas e tinha influências negativas. Inclusive, dois dos seus melhores amigos faleceram devido ao abuso de drogas.

Durante a sua adolescência, tudo o que Alfredo queria era se tornar um jogador de Basebol influente. Na época os seus colegas o chamavam de “Sonny”, mas também de “O Ator”.

Al Pacino deixou a escola

Nessa época ele não gostava de estudar, apesar de nunca ter deixado de lado as aulas de inglês. Mas aos 17 anos, abandonou definitivamente a escola.

Isso foi motivo de uma discussão grave com a mãe, o que o levou a fugir de casa. Para sobreviver e conseguir pagar os estudos como ator, Al Pacino teve que trabalhar como garçom e zelador.

Desde cedo, o futuro ator já atuava em algumas peças teatrais de garagem, mas isso não impediu o Actor´s Studio de rejeitá-lo.

Al Pacino chegou a dormir na rua

Quando se juntou ao Herbert Berghof Studio (HB Studio) e conheceu o professor Charlie Laughton a sua vida começou a mudar. Mesmo assim, Al Pacino ainda passou por muitas dificuldades e chegou a dormir na rua.

Na vida pessoal Al Pacino também passou por dificuldades. Em 1962, sua mãe faleceu aos 43 anos e, logo depois o seu avô também. James Gerardi, era a pessoa mais importante e influente na vida do jovem ator.

Al Pacino teve três filhos

Pai de três filhos, ele nunca se casou realmente, mas teve alguns relacionamentos. Sua primogênita com Jan Tarrant, Julie Marie, nasceu em 1989.

Em 2001 nasceram os gêmeos Anton James e filha Olivia Rose, filhos do ator com a atriz Beverly D’Angelo. O casal viveu junto de 1996 até 2003.

Ele teve relacionamentos também com Diane Keaton, estrela de “O Poderoso Chefão” e, Tuesday Weld, Jill Clayburgh, Marthe Keller, Kathleen Quinlan, e Lyndall Hobbs.

Também esteve com a atriz argentina Lucila Polak entre os anos de 2008 e 2018. Eles não chegaram a se casar, mas Camila Morrone, filha de Lucila, tratava Al Pacino como seu padrasto.

Uma carreira importante e de muitas atuações

Durante a segunda metade da década de 1960, Al Pacino passou a estudar com Lee Strasberg. De certa forma isso o ajudou a lidar melhor com a sua infância e juventude problemática e pobre.

Por sorte ele era talentoso e logo conseguiu premiações como Obie Award, graças à interpretação em The Indian Wants the Bronx e um Tony Award por Does the Tiger Wear a Necktie?.

Foi então que em 1969 ele realizou a sua primeira atuação cinematográfica, em “Me Natalie”. Pouco depois, em 1971 ele trabalhou em “The Panic in Needle Park” e foi notado por Francis Ford Coppola.

Além de trabalhar como ator de teatro e cinema, Al Pacino também criou seus próprios roteiros, sendo que “Looking for Richard” e “Chinese Coffee” foram aclamados.

O ponto alto da sua carreira

Apesar de Al Pacino já ter feito algumas atuações, foi em 1972 que a sua carreira decolou de vez após a sua atuação em “The Godfather” (O Poderoso Chefão).

Na época havia vários atores que poderiam realizar o papel, mas Coppola o escolheu e, isso lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Depois disso, ainda durante a década de 1970 ele recebeu mais quatro nomeações, todas como melhor ator, inclusive em The Godfather II.

Depois disso ele passou por uma fase mais estável, onde recebeu alguma indicações. Mas foi apenas em 1993 que o ator ganhou novamente a premiação pelo filme “Perfume de Mulher” de Martin Brest.

No longa-metragem, ele interpreta o papel de um militar reformado, deficiente visual e, com uma personalidade nada agradável.

Na época ele foi indicado também como melhor ator coadjuvante pela sua participação no filme “O Sucesso a Qualquer Preço”.

Globo de Ouro

Após essas nomeações para o Oscar, Al Pacino nunca mais ganhou nenhuma premiação desse tipo. Mas ainda assim, conseguiu ganhar dois Globos de Ouro.

A carreira do ator foi cheia de reconhecimentos e premiações, mas essa fase de ouro durou pouco tempo. Durante a década de 1970 ele começou a entrar em declínio.

As atuações nos filmes “Cruising” e “Autor em família” não fizeram muito sucesso e, até mesmo receberam críticas do público e dos próprios profissionais.

Ainda assim, a atuação de al Pacino foi reconhecida em “Scarface”, filme pelo qual ele conquistou um Globo de Ouro. Na trama, o ator interpretou um barão da droga cubano.

Mas foi em 1985 que ele apareceu em sua pior versão, com a atuação no filme “Revolução”. Aqui a crítica realmente desaprovou e, isso levou o ator a passar mais quatro anos no teatro.

Depois disso, ele retorna às telas em 1989, atuando no longa “Vítimas de uma Paixão”. Essa é uma fase um pouco melhor, onde o ator faz boas atuações em “O Pagamento Final” e “O Novato”.

Conclusão

Entre momentos bons e ruins, pode-se dizer que o saldo da vida de Al Pacino como ator é extremamente positivo e, jamais se deve deixar de reconhecer o seu talento.

Biografia de Al Pacino: infância e conquistas da vida via @focoefama
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Fernanda Campos

Ao longo do caminho Fernanda Campos escreveu sobre saúde, moda, arte e cultura, e de uma forma ou de outra, sempre volta a esses lugares. Ela também é mestre em biotecnologia e trabalha há 3 anos como redatora.